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1 - BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO - 60 HORAS - TURMA 2

Periodo:  20/8/2010 à 03/10/2010

Datas: 
20-21-22 agosto 
10-11-12 setembro
01-02-03 outubro

Horários: 
sexta-feira: 19-22h
sábado: 08-17h
domingo: 8-12h

Local
Auditório Unifar - Rua da Glória, 104 Liberdade – São Paulo (Metrô Liberdade)

Objetivo

Capacitar profissional farmacêutico na aplicação diária dos conceitos de Boas Práticas de Fabricação,
oferecendo a oportunidade de discutir situações práticas e estudos de casos.

Programa
1. Histórico das Boas Práticas de Fabricação
2. Procedimentos Operacionais
3. Avaliação das BPF em diferentes processos de produção: sólidos, líquidos, injetáveis, semi-sólidos
4. Garantia da Qualidade e Controle da Qualidade
5. Qualificação e Validação
6. Engenharia e Manutenção: Principais atividades relacionadas à qualidade
7. Resoluções ANVISA relacionadas com Boas Práticas
8. Estudos de Caso (contemplado durante todo o curso)
9. Apresentação do TCC

Ministrantes

Luiz Carlos Peres
Diretor e Gerente de Negócios da Lucape Consultores Associados, Químico Industrial com Pós Graduação
em Didática para o Ensino Superior, Pós Graduado em Gestão da Qualidade pela FGV,
Examinador do Prêmio Nacional da Qualidade, Palestrante, Consultor e Auditor da Racine,
Ministrante dos cursos de pós graduação do ICTQ e Gestão Industrial Farmacêutica na Faculdade Oswaldo Cruz,
com experiência vivida em mais 40 anos na indústria farmacêutica em áreas produtivas e de qualidade
com trânsito internacional em auditorias e apresentações.

Marilice T. de Souza
Farmacêutica pela Universidade Julio e Mesquita Filho, UNESP e especialização em Administração Industrial
pela Fundação Vanzolini, Universidade de São Paulo.
Diretora da JM Qualidade, Consultoria em Sistema da Qualidade. Atendimento de empresas de produtos farmacêuticos,
de produtos para a saúde e cosméticos para implantação do Sistema da Qualidade, Auditoria e Treinamentos em Boas Praticas.
Trabalhou  em Industrias de medicamentos nacionais e internacionais por mais de 20 nos departamentos de 
Controle e Garantia da Qualidade, vivencia no atendimento a equipes de inspeções ANVISA e outros órgãos.

Investimento

Sócios da UNIFAR: R$ 1.320,00
Não Associados:    R$ 1.540,00
Estudantes:            R$   880,00

CONSULTE NOSSAS CONDIÇÕES DE PARCELAMENTO

Apoio institucional:
Sindusfarma   SINFAR   CASF  ABC - Cosmetologia





2 - DESENVOLVIMENTO FARMACOTÉCNICO- “UMA VISÃO DE FUTURO”

Datas: 29  e  30  de setembro / 2010 (segunda  feira) – das 19:00 às 22:00 h
Local: auditório da UNIFAR – Rua da Glória, 104 – Liberdade - SP 


O B J E T I V O

 Apresentar a importância do Desenvolvimento Farmacotécnico na Indústria Farmacêutica, Farmácias de Manipulação e Faculdades de Farmácia, discutir e refletir seu impacto  no futuro. Mostrar a importância da Biofarmácia, Pré-formulação e Resoluções da ANVISA, para o desenvolvimento de medicamento com qualidade, segurança e eficácia.

 
A  QUEM  SE  DESTINA

 Empresários da Ind.Farmacêutica,Proprietários de Farmácia de Manipulação, funcionários de todos os níveis de Desenvolvimento Farmacotécnico, Garantia e Controle de Qualidade, Produção,Registro de Produtos, Agentes Fiscalizadores,
Professores e Estudantes.

 


P  R  O  G  R  A  M  A

• Conceito de Biofarmácia

• Pré-formulação

• Resolução de Genéricos (RDC nº 16/2007)

• Guia para realização de ESTUDO DE ESTABILIDADE (resolução RE nº 1 de 29 de julho de 2005)

• Responsabilidades do Desenvolvimento Farmacotécnico, numa “Visão de Futuro” (acompanhamento de novas tecnologias,   relevância de documentos internacionais e recomendações da OMS – Organização Mundial da Saúde)

•            Apresentação, discussão e reflexão da transformação, que deve ocorrer no Desenvolvimento Farmacotécnico, em relação a recursos:  físicos, humanos e equipamentos para que sejam desenvolvidos produto competitivos no mercado com qualidade, segurança e eficácia.


M I N I S T R A N T E
Farm. DARCIO  CALLIGARIS

• Farm.Bioquímico com especialização em fármaco/medicamentos pela USP-SP
• Especialização e Administração industrial, FECAP
• Autor do livro “Revestimento de formas farmacêuticas sólidas”
• Professor de Farmacotécnica Indl. - Universidade Camilo Castelo Branco
• Diretor da N-5 “Buscando Soluções” – Desenvolvimento de Fórmulas, Processos, Treinamento e Representações.
• Consultor técnico da revista Controle de Contaminação.



INVESTIMENTO
         
•       Não Sócios.............       R$   320,00
•       Sócios da UNIFAR ..       R$   260,00
•       Estudantes...                 R$   100,00

 


INFORMAÇÕES / INSCRIÇÕES

UNIFAR: tel: (11) 3242.8815 ( 10 às 17h)
Telefax: (11) 3106.1680
E-mail:
secretaria@unifar.org.br
Site: www.unifar.org.br




Incluso:
Apostila.  Certificado.  Coffee-break

 

 

 

 


 





3 - VISÃO GERAL DA RDC Nº 17 DE 2010


DATA E HORÁRIO
23 de outubro 2010 - 9: 00 -17:00 h.

Local
Auditório da UNIFAR -Rua da Glória, 104 - Liberdade (próximo ao metrô Liberdade).

Programa
Topicos Principais a serem abordados:

1- Certificação de Fornecedores.
2- Águas Uso Farmacêutico.
3- Manual da Qualidade.
4- Atribuições do Responsável Técnico, segundo RDC 17/2010.
5- CAPA e Controle de Mudanças.
6- Abordagem sobre Análise de Risco.

Ministrante
Jair Calixto


Farmacêutico Bioquímico graduado em 1985 pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, graduado em 1992 em Administração Industrial pela Fundação Vanzolini – Poli USP e em 2004 em Master Business Administration pela FGV.
Iniciou sua carreira em 1972 em Farmácia comercial. Após graduar-se na FCF-USP, atuou em indústria farmacêutica, onde trabalhou nas áreas de Garantia da Qualidade, Controle da Qualidade, Produção e Desenvolvimento de Produtos.
Atualmente é Gerente de Boas Práticas e Auditorias Farmacêuticas no SINDUSFARMA - Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, onde é responsável por coordenar grupos de trabalho sobre Consultas Públicas da área técnico-regulatória, workshops técnicos, a elaboração de livros técnicos e a coordenação do Prêmio Sindusfarma de Qualidade Analítica e do Prêmio Sindusfarma de Qualidade de Fornecedores da Indústria.

Investimento
Não sócios:................. R$ 450,00
Sócios da UNIFAR: .........R$ 350,00
Estudantes:....................R$ 150,00





4 - CAPACITAÇÃO RDC 44

Objetivo
Capacitar profissionais para aplicação das Boas Práticas Farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias


 
DATA
11/12/2010(sábado) - 9:00 às 17:00 horas

 

Local
Auditório União Farmacêutica de São Paulo
Rua da Gloria, 104 – Liberdade – SP


 
Programa

Os principais tópicos abordados na capacitação serão:
Reconhecimento e valorização do profissional farmacêutico;
Mudanças trazidas pela RDC 44/09 e IN 09/09 e 10/09;
Diferenciação ente Assistência Farmacêutica e Atenção Farmacêutica;
Documentação obrigatória;
Infra-estrutura-física e recursos humanos;
Serviços Farmacêuticos;
             Declaração de Serviços Farmacêuticos.

 


Ministrante
Dr. Adriano Falvo

Farmacêutico pela Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE de Presidente Prudente;  
Coordenador do Núcleo de Medicamentos da Faculdade de Farmácia de Presidente Prudente;  
Professor do Curso de Graduação em Farmácia da Universidade UNOESTE das disciplinas: Estágio Supervisionado em Farmácia Comercial, Deontologia Farmacêutica, Assistência e Atenção Farmacêutica e Administração Farmacêutica. 
Membro da Comissão Externa de Implantação e Acompanhamento do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) junto à ANVISA, representando o CRF-SP.



 
Investimento
Não Sócios ------- R$ 220,00
Sócios UNIFAR---- R$ 180,00
Estudantes-------- R$   80,00




 
Informações e Inscrições
UNIFAR – União Farmacêutica de São Paulo Rua da Glória, 104 – Liberdade - São Paulo-SP
Tel: 3242.8815 – Telefax: 3106.1680
- E-mail: unifar@unifar.org.br





Organização

Equipe de Eventos UNIFAR

 

 

 





EVENTOS REALIZADOS 2010


ANÁLISE DE RISCO
Realizado em agosto/2010
 
Programa
1. Conceitos de Análise de Risco:
• Histórico de Análise de Risco;
• Normativas.
2. Gerenciamento de Risco:
• Definições;
• Identificação de Riscos;
• Análise / Avaliação dos Riscos;
• Controle dos Riscos;
• Revisão de Riscos.
3. Noções em Metodologias de Gerenciamento de Riscos:
• - Metodologias Básicas de Análise de Riscos;
• - Faiture Modes and Effects Analysis (FMEA)
• - Ferramentas Estatísticas de Suporte.
4. Aplicações das Metodologias na Indústria Farmacêutica.

Ministrante
Paulo Cesar D. M. Fernandes


CALIBRAÇÃO - INTERPRETAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS - TREINAMENTO PRÁTICO
Realizado em março/2010 (sábado) - 8 horas

Programa
- Como garantir que um balão volumétrico de 50 ml, dispense os mesmos 50 ml?
- Um frasco de 50 ml com meio de cultura, qual o tempo mínimo de esterilização?
- Os padrões utilizados na calibração/validação estão em conformidade com o processo?
- Como analisar um certificado de cali-bração e um relatório de validação e aprová-los?
- Quais os métodos utilizados para efetuar as análises dos resultados?
- Análise de pedido, proposta e contrato.
- As incertezas declaradas atendem às especificações do meu processo?
- Desenvolvimento da planilha de cálculo da incerteza da medição.
- O programa de calibração/validação estão definidos e é de conhecimento de todos os envolvidos no processo.
 
Ministrante
Luiz Carlos Mobile

 

FITOTERÁPICOS - SIMPÓSIO
Realizado em julho de 2010
 
Tema 1 - Qualidade na produção de insumos ativos vegetais

Programa
Fatores agronômicos que afetam a qualidade dos princípios ativos. Conceitos e informações no plantio, coleta e
armazenamento de plantas destinadas a produção de insumos de origem vegetal.

Ministrante:
Prof. Dr. Marcos Furlan


Tema 2 - Extratos vegetais – Produção e Qualidade

Programa
Extratos vegetais - da matéria-prima ao produto fitoterápico final - visão geral
Produção e controle de qualidade dos extratos durante o processo.
Observações importantes para a avaliação da especificação do produto final.

Ministrante: Farm. Maria Célia Hibari Reimberg


Tema 3 - Produtos Fitoterápicos - Desenvolvimento e qualidade dos Insumos

Programa
Etapas (e cuidados necessários) para a obtenção de drogas vegetais de qualidade. As análises / avaliações a serem procedidas /
feitas para garantia da qualidade dos insumos de origem vegetal e que influenciam diretamente os produtos finais
ou medicamentos fitoterápicos.

Ministrante: Prof. Dr. Paulo Chanel Deodato de Freitas


Tema 4 - Pellets - Novo conceito em Produtos Fitoterápicos

Programa
Apresentação de etapas no desenvolvimento de pellets a aplicado aos produtos fitoterápicos.

Ministrante: Farm. Patrícia da Fonseca Leite


Tema 5 – Legislação brasileira e o registro de produtos fitoterápicos
Contextualização da legislação brasileira
Destaque às normas vigentes - RDC 14 e afins
Apontamento aos principais gargalos técnicos e regulatórios
Apresentação de exemplos de sucesso
Ministrante: Prof. Dr. Luis Carlos Marques


GESTÃO DE PESSOAS
Realizado em agosto/2010

Programa
Atividades gerenciais e não gerenciais
Tarefas gerenciais, técnicas e burocráticas ou administrativas
Planejamento da gestão de pessoas
Recursos adequados
Liderança e estrutura
Clima de confiança
Sistemas de avaliação de desempenho e de recompensas
Perfil dos gerentes
Visão geral
Modelo de Planejamento do Gerente Eficaz.
 

Ministrante
Luiz Carlos Mobile

MICROBIOLOGIA - SIMPÓSIO
Realizado em abril/2010
 
TEMA 1: Tecnologia em Identificação de Endotoxinas

Programa
- O que é Endotoxina.
- Tipos de Teste: gel clot e cinéticos quantitativos.
- Apresentação da tecnologia rápida para quantificação (PTS -Portable Test Sistem).
- Vantagens/Benefícios de cada método.

Ministrantes
Luzia de Fátima Pereira e Mylene Ribeiro


TEMA 2: Parâmetros para Validação Microbiológica

Programa
O que é validação
- O porquê da validação microbiológica e aplicabilidade.
- Necessidade das boas práticas em Microbiologia: Controle de qualidade e preparo de meios de cultura,
Manutenção de Cepas Microbianas, Manutenção de equipamentos, Layout e Logística do laboratório,
Treinamento de pessoal, Registros e manutenção dos documentos, Interpretação de resultados.
- Validação da recuperação de microbiana: fatores de influência, métodos de neutralização das propriedades
antimicrobianas, validação dos métodos de neutralização e avaliação dos resultados
- Validação de métodos microbiológicos alternativos: tipos de testes microbiológicos, validação de testes
qualitativos e quantitativos.
- Validação de métodos microbiológicos aplicados na validação de limpeza.
- Outros tipos de validação

Ministrante
Denise Sunigawa


TEMA 3 - Monitoramento Ambiental Áreas Classificadas

Programa
Avaliar a importância das ‘partículas inertes e partículas viáveis’ no ar e nas superfícies de trabalho do
ambiente controlado, comentar as principais vias de introdução, os equipamentos e as técnicas empregadas nos
monitoramentos de ar e de superfícies, bem como discutir os pontos positivos e negativos de cada técnica.

Ministrante
Déa de Aguirra


TEMA 4 - Tendências no Uso de Conservantes

Programa
- Como Escolher um Conservante
- Velocidade de Ação
- Teste Desafio - Qual é o Mais Adequado?
- Pressão Microbiológica
- Conservante Ideal
- Opções de Sistema Conservante.

Ministrante
Sebastião Gonçalves

 

NANOTECNOLOGIA - INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DE NANOTECNOLOGIA EM PRODUTOS FARMACEUTICOS E COSMÉTICOS
Realizado em maio/2010 - 8 horas

Programa
- Introdução ao conceito de nanotecnologia e sua evolução;
- Apresentação dos aspectos regulatórios de produtos nanoestruturados: desafios e tendências;
- Construção de plataforma tecnológica para a obtenção de preparações oftálmicas contendo sistemas
poliméricos nanoestruturados;
- Nanocarreadores lipídicos e suas aplicações: produção em escala industrial;
- Obtenção de nanocristais: aplicação na área farmacêutica e cosmética;
- Nanoestruturação de biopolímeros e sua aplicação: quitosana, gelatina e ácido hialurônico;
- As etapas para o sucesso no desenvolvimento de produto nanoestruturado.
 
Ministrante
Profa. Dra. Nádia Araci Bou Chacra

 

PURIFICAÇÃO DE ÁGUA PARA AS INDÚSTRIAS BIOFARMACÊUTICAS
Realizado em agosto de 2010

Programa
- Objetivos do Seminário.
- Revisão dos padrões oficiais da qualidade da água grau farmacêutico.
- Impactos das principais resoluções da RDC 17-Título VI-Água Para Uso Farmacêutico
- Revisão dos Sistemas de Purificações de Águas.
- Não-Conformidades em sistemas de águas, com ênfase em microbiologia.
- Desenvolvimento de uma planilha extra para monitorar a qualidade da água.
- Como evitar/dificultar a formação de Biofilmes.
- Desenvolver um programa de manutenção da qualidade da água.
- Discussão Final

Ministrante
Sueki Tsukuda
 
 

QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES
Realizado em junho 2010 - 6 horas

Programa
- Conceitos e exigências regulatórias
- Responsabilidades
- Documentação técnica: Guia de Avaliação, Documentação do fabricante.
- Auditor: Competências técnicas, Habilidades pessoais e comportamento.
- Elaboração do Programa de Qualificação de Fornecedores Elaboração/avaliação de Check-lists,
freqüência das inspeções, Critérios de avaliação e classificação de fornecedores.
- Conclusão e Relatório

Ministrantes
Marilice Souza e Ângela Mattos
 


RDC 17/2010 - BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE MEDICAMENTOS
Realizado em junho/2010 - 8 horas

Contéudo Programático
Introdução
- Evolução das Boas Práticas de Fabricação no Brasil;
- O papel do pessoal principal no cumprimento das BPF;
- Responssabilidade da Alta Administração na aplicabilidade da norma;
- Harmonização com requisitos internacionais.

Regulamento e Anexos
- Organização do Documento;
- Principais diferenças em relação a RDC 210/03;
- Eliminação dos critérios de avaliação e roteiro de inspeção.

Tendências de Inspeção
- Novas abordagens de inspeção;
- Consolidação do Sistema da Qualidade;
- Análise de Risco.
 
Ministrante
Ana Maria P. B. Pellim

 

RDC 59/2000 - BOAS PRÁTICAS APLICADAS A PRODUTOS PARA SAÚDE
- INTERPRETAÇÃO DOS REQUISITOS DA NORMA
Realizado em maio/2010

Programa
- Definições gerais
- Apresentação geral das Legislações gerais e aplicáveis (Correlação com as normas ISO
e outras legislações ANVISA.
- Regularização da empresa junto à Vigilância Sanitária (AFE, LF, BPFC)
- Adequação e necessidades das instalações físicas
- Produtos para a Saúde – Regras e Classes - RDC 185/01
- Enquadramento em família
- Obtenção do Certificado de BPF (Peticionamento eletrônico, formulários / relatório de
auto-inspeção, taxas).

Ministrante
Vera Cristina D. Elias

 

VALIDAÇÃO - SIMPÓSIO
Realizado em junho/2010

Tema 1:PMV e Validação de Processos - Fundamentos e Abordagem
 
Programa
- Conceitos Gerais de Validação
- Plano Mestre de Validação
- Introdução às Legislações e Normas de Validação
- Estrutura e Aplicações da Validação, Validação de Métodos Analíticos, Validação de Sistemas de Água,
Validação de Sistemas computadorizados, Validação de Limpeza, Validação de Processos, Documentação Técnica,
Análise de Risco e Noções de Estatística
- Exercícios Práticos
- Protocolo e Relatório de Validação
- Apresentação de Modelos de Protocolos e PMV.

Ministrante
Vera Cristina D. Elias


Tema 2: Validação de Metodologia Analítica

Programa
- Integração da Validação aos Sistemas de Qualidade;
- Validação no GLP e ISO 17025;
- Documentação da qualidade;
- Requisitos para escolha de um método analítico;
- Traçabilidade do método analítico;
- Legislação e normas sobre validação;
- Critérios de validação pelos órgãos de acreditação e internacionais;
- Conceitos básicos de validação;
- Parâmetros de validação: precisão, exatidão, linearidade, seletividade,especificidade, limite de quantificação, limite de detecção, robustez;
- Analise de dados reais de uma validação- Exemplos práticos;
– Conclusão – resumo das técnicas aplicáveis.

Ministrante
Heliara Lopes Nascimento


Tema 3: Validação de Limpeza

Programa
Conceitos
- Validação
- Validação de Limpeza

Equipamentos.
- O que validar?
- Equipamentos não dedicados x dedicados.
- Superfícies de contato (áreas).

Análise de Risco.
- Propriedades dos produtos.
- Propriedades dos princípios ativos
- Matriz equipamentos x produtos.
- Limites para resíduos.

Procedimentos de Limpeza (POP’s).
- Análise crítica.
- Elaboração.
 
Ministrante
Evandro Ferreira de Bem


Tema 4: Validação de Sistemas Computadorizados

Programa
- Visão Geral dos Regulamentos Globais- ICH Q9, FDA 21 CFR Par 11, Eudralex Annex 11, RDC 59, RDC 249,
RDC17 de 2010, Lei 11903, PIC/S, Regulamentos na América Latina;
- Metodologias Aplicáveis
- Visão Geral do ISPE GAMP 5, ITIL, ISO 14971;
- Gestão da Qualidade em Tecnologia da Informação
- Desenvolvimento de um Sistema de Gestão da Qualidade em TI;
- Sistemas computadorizados na Cadeia Produtiva
- Análise dos principais sistemas computadorizados como ERP, BMS, WMS, EDMS, LIMS, sistemas de laboratório,
sistemas de automação industrial;
- Estudos de Caso (o que fazer e o que não fazer).

Ministrante
Flavio Kawakami


Tema 5: Validação de Transportes (Cadeira Fria)

Programa
- Validação segundo a RDC 17 de 2010. Qualificação térmica;
- Cadeia Fria: O que é, importância, cenário atual, armazenamento, qualificação de equipamentos;
- Requerimentos Regulatórios: ANVISA, Ministério da Saúde e OMS;
- Transporte para Cadeia Fria - Cenário atual;
- Tipos de Validação de Transporte - Tipos de validação, Sistemas Ativos e Passivos;
- Validação de Transporte - Protocolo, Critérios de Aceitação, Perfis de temperatura. Simulação do
perfil térmico, Qualificação de performance, monitoramento;
- Exemplos de Protocolos.

Ministrante
Eduardo Roberto
 

 
EVENTO INTEGRADO FEIRA RACINE
Realizado em julho de 2010


PALESTRA 1 - Desenvolvimento de Pellets
Conheça etapas e facilidades no desenvolvimento desta forma farmacêutica.
 
Ministrante
Patrícia da Fonseca Leite


PALESTRA 2 - Palestra Panorama da Farmacovigilância no Brasil

Um panorama das legislações brasileiras atuais aplicadas aos fabricantes e estabelecimentos de saúde tais
como Hospitais, farmácias, Centros de estudos Clínicos. Efeito das ações previstas para as informações
coletadas e seu impacto sobre consumidores.
 
Ministrantes
Eloisa Jubram - Diretora Técnica da Hyalos Pharma
Adalton Guimarães Ribeiro Diretor do Núcleo de Farmacovigilância do CVS SP.


 

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